Política em 2026: debate público e onde encontrar uma solução.
Uma breve análise sobre o estado da discussão política no Brasil e uma possível solução do problema da política no país.
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Não sendo servos do povo, a imagem atual dos líderes brasileiros é de simples inimigos ou, ao menos, de fonte altíssima de suspeitas.
Virou rotina no Brasil ler notícias sobre escândalos, sigilos, falas horríveis e novos impostos. Parece até que todo dia teremos ao menos uma notícia dessas ou algo similar.
Em tal cenário estão vendo essas notícias também os militantes do partido ou do indivíduo que se quer apoiar; entretanto, as notícias são ressignificadas dentro do escopo ideológico, de modo a dar razão às ideias contidas no mesmo.
Resumindo, para o militante, a notícia sempre, ou quase sempre, é favorável ao amigo e desfavorável ao inimigo.
Neste cenário de desconfiança e militância, o debate público encontra um ar pesado e indisposto a uma discussão séria e frutífera.
Como debater propostas num ambiente onde as conversas são feias como briga de marido e mulher?
Num ambiente como esse, a única esperança parece ser ir atrás da opção menos pior, e não estressar com as discussões que irão surgir ano que vem.
Há esperança? Sim, mas no longo prazo com a dedicação individual: estudos pessoais, ministrar aulas e formar pessoas capazes do debate público. Também enquanto educadores no lar, podemos ser bons pais e influência...
Até aparecem novos rostos, partidos e ideias. Mas todos eles estão dentro do mesmo sistema composto por inúmeros problemas, desde problemas causados por indivíduos até problemas estruturais.
Claro, isso não invalida a luta de quem está no meio político querendo fazer algo bom. Mas a esperança do país se encontra neste indivíduo apenas virtualmente, ou seja, ele não vai resolver o problema, mas ele já possui a mentalidade capaz de resolver.
Que mentalidade é essa? De que o fim da atividade política deve ser o bem comum e não o bem individual. Parece algo óbvio, mas não é o que vemos da parte dos nossos líderes.
Precisamos, portanto, para o futuro do país, não apenas uma mudança de capacidade, mas uma mudança moral.
Pessoas que sintam a responsabilidade de cuidar daqueles cujo dever de estado é servir. Que sintam na pele o peso do cargo em que estão, e se sintam extremamente responsáveis pelo bem-estar daqueles que lhes foram confiados.
Assim poderemos ver uma luz no fim do túnel, e o tão prometido país do futuro possa realmente chegar onde promete.
Correção gramatical:
Gemini ( Google AI )
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